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Obra de esgoto interditará parcialmente rotatória da Via Perimetral, no domingo (29/05)
No próximo domingo (29/05), o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) fará uma obra para melhorias no sistema de coleta e tratamento de esgoto do Jardim Maricá, que atenderá 118 residências localizadas nas proximidades da avenida Antônio de Almeida. Para realizar o trabalho, será necessário interditar parcialmente a rotatória da Via Perimetral com a Antônio de Almeida, das 8h às 18h. O serviço foi programado para o domingo por ser um dia de tráfego menos intenso no local.
No horário de interdição, no sentido Cezar de Souza, motoristas de ônibus e carros de passeio que estiverem na Perimetral poderão fazer o caminho normal. Para caminhões, haverá desvio pelas avenidas Antônio de Almeida e Francisco Rodrigues Filho.
Já os motoristas que estiverem na avenida Antônio de Almeida, no sentido do Jardim Maricá, deverão desviar pela avenida Waldemar Costa Filho, rua Carlos Baratino, avenida Prefeito Carlos Ferreira Lopes e Via Perimetral, de onde seguirá o caminho normal.
Manutenção em coletor de esgotos interditará trecho da Cabo Diogo, nesta terça (26)
Nesta terça-feira (26/04), o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) fará uma manutenção emergencial no coletor de esgotos da rua Cabo Diogo Oliver. O trabalho exigirá a interdição da via, no trecho entre as ruas Casarejos e Salvador Cabral, no período das 8h às 22h.
No sentido bairro-centro, os ônibus das linhas E805, E892, E893, E894, E895 e E896 terão desvio de itinerário pela rua Casarejos, avenida José Moreira Filho, avenida Francisco Rodrigues Filho e rua Dr. Deodato Wertheimer, voltando para a Cabo Diogo Oliver, de onde seguirá o trajeto regular.
Os veículos menores poderão seguir pela rua Casarejos e desviar pela rua Fidalgo, para acesso à Salvador Cabral, ou pela rua José Alves dos Anjos, que possibilita o acesso à Américo Rodrigues.
No sentido centro-bairro, não serão necessários desvios ou alterações no itinerário das linhas de ônibus ou no trânsito de veículos.
Semae ampliará rede de esgoto na Vila Andrade, em Sabaúna
O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) iniciou, nesta segunda-feira (28/03), uma extensão da rede de esgoto na Vila Andrade, em Sabaúna, para melhorias no sistema de coleta e tratamento do bairro. Serão 110 metros de rede, implantados na rua Capitão Francisco de Mello Souza. O trabalho exigirá a interdição da via, no período das 8h às 15h. A previsão é de que a obra seja concluída em duas semanas.
O sistema de esgotamento sanitário na Vila Andrade foi inaugurado em 2020, com a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). O Semae investiu R$ 3,2 milhões na construção da estação e na instalação de 900 metros de rede e três estações de bombeamento, na área central do distrito. A estrutura atende 4 mil pessoas.
A ETE trata 3,5 litros de esgoto por segundo, mas tem capacidade para até 9 litros por segundo.
O sistema de esgotamento integra um conjunto de ações de saneamento em Sabaúna. Em 2017, o Semae concluiu a implantação de uma adutora, o que melhorou as condições de abastecimento no distrito.
Semae finaliza reparo em rede de esgoto no centro
O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) concluiu, na madrugada desta quinta-feira (22/07), a manutenção na rede de esgotos da avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco, na altura do cruzamento com a rua Braz Cubas, no Centro. O reparo foi necessário devido a uma obstrução na tubulação e consequente vazamento. Um dos prováveis motivos foi excesso de gordura na rede, identificado pela equipe.
A finalização dos trabalhos ocorreu no período noturno pelo fato de o cruzamento ser um local de grande fluxo de veículos e pedestres e devido à complexidade do serviço, que necessitou de caminhão hidrojato – equipamento que faz o jateamento de água sob pressão para limpeza.
A autarquia pede a colaboração de proprietários de estabelecimentos que trabalham com alimentos, como restaurantes e lanchonetes, para que instalem caixas para retenção de gordura e evitem o lançamento irregular no sistema. Também é necessário manter em dia a inspeção e manutenção dessas caixas.
Além de gordura, é comum as equipes responsáveis pela manutenção retirarem das tubulações de esgoto vários detritos como pedras, pedaços de madeira e de colchão, por exemplo. São materiais que jamais poderiam estar na tubulação de esgoto.
O resultado são entupimentos e vazamentos que geram transtornos para a população, como retorno de esgoto para dentro dos imóveis, mau cheiro nas ruas e bloqueios no trânsito para os serviços de reparo, além de despesas para a autarquia devido ao deslocamento de funcionários e equipamentos.
O Semae atua de forma significativa em manutenções relacionadas a casos desse tipo. São utilizados nessas ações os caminhões combinados, que fazem a sucção dos detritos acumulados na rede e o jateamento com água sob pressão no interior da tubulação.
Dúvidas e informações sobre a instalação de caixas de gordura podem ser obtidas pelo telefone 115 ou pelo Whatsapp (11) 99915-5145.
Autarquia identifica problema na rede de esgoto do centro e realiza reparo emergencial
O Semae identificou, na manhã desta quarta-feira (21/07), um problema na rede de esgoto na avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco, na altura do cruzamento com a rua Braz Cubas, no centro. As equipes de manutenção da autarquia já estão no local para realizar os reparos necessários. A área está sinalizada. O setor informa que a finalização dos trabalhos terá de ser no período noturno, pelo fato de o cruzamento ser um local de grande fluxo de veículos e pedestres e devido à complexidade do serviço, que necessitará do uso de caminhão hidrojato – equipamento que faz o jateamento de água sob pressão para limpeza.
Transferência de R$ 15,9 milhões do Fehidro para obras do Semae é aprovada na Câmara
A Câmara de Mogi das Cruzes aprovou, na sessão de quarta-feira (30/06), dois projetos de lei que autorizam o município a receber R$ 15,9 milhões do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) para obras de esgotamento sanitário do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae). São R$ 15,1 milhões para implantação de um sistema de esgotamento sanitário no Parque Varinhas, em Jundiapeba, e mais R$ 882 mil para construção de um coletor-tronco de esgotos no Parque Santana.
Os recursos foram garantidos após aprovação dos projetos apresentados pelo Semae ao fundo estadual, e assinatura de contrato com o Banco do Brasil (agente financeiro do Fehidro). Assim que as leis forem sancionadas e entrarem em vigor, a autarquia poderá abrir os processos de licitação para definição das empresas que ficarão responsáveis pelas obras.
A implantação de um sistema de esgotamento sanitário no núcleo urbano isolado do Parque Varinhas, no distrito de Jundiapeba, prevê a implantação de aproximadamente 11,4 quilômetros de redes coletoras; 164 poços de visita; 127 poços de inspeção e 4 estações elevatórias (bombeamento) de esgoto.
Também estão previstos 2,8 quilômetros de rede de recalque (tubulação que conduz os efluentes da elevatória até um ponto a partir do qual possa seguir por gravidade até uma unidade de tratamento); 3,4 quilômetros de coletor-tronco; 502 ramais de ligação e 49 sistemas individuais de tratamento de esgotos.
O complexo será interligado à estação elevatória do Jardim Santos Dumont III, de onde o esgoto será encaminhado para tratamento na estação da Sabesp, em Suzano.
A população beneficiada será de 2.800 moradores, mas o sistema poderá atender até 5.000 pessoas – estará preparado, portanto, para o crescimento populacional do bairro.
O prazo de construção do sistema Parque Varinhas será de 24 meses, contados após a liberação da primeira parcela do financiamento, que deve ocorrer depois do processo licitação, assinatura de contrato com a empresa vencedora e aprovação de todo processo licitatório pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Banco do Brasil.
Somando a contrapartida do Semae, que será de R$ 1,8 milhão, o investimento total previsto na obra alcançará R$ 16,9 milhões.
Núcleos isolados
O Parque Varinhas é um dos bairros que integram o projeto de sistemas de esgotamento sanitário em núcleos isolados, que está em fase de elaboração pela autarquia.
O investimento – na elaboração dos projetos para todos os oito núcleos – é de R$ 5,7 milhões, sendo R$ 4,6 milhões do Governo Federal e R$ R$ 1,1 milhão do Município. Nesta etapa, estão sendo feitos os estudos para, posteriormente, o Semae buscar recursos para as obras, tal como ocorreu para o Parque Varinhas.
Os demais núcleos contemplados serão Biritiba-Ussu, Chácaras Guanabara, Jardim Nove de Julho, Parque São Martinho, Quatinga, Taiaçupeba e Vila Mathias (Sabaúna).
Em Mogi das Cruzes, um núcleo isolado que já conta com sistema de coleta e tratamento de esgoto é a Vila Andrade, em Sabaúna.
Parque Santana
O repasse de R$ 882.281,26 para construção de um coletor-tronco de esgotos atenderá mais de 4.400 moradores da região da Praça Deputado Paulo Kobayashi (conhecida como Praça do Oito), no Parque Santana. O investimento total previsto será superior a R$ 1 milhão – incluindo a contrapartida da autarquia, de R$ 126.244,11.
O projeto prevê a implantação de 1.060 metros de coletor, da Praça do Oito até um ponto da rua Lara, onde se conectará ao sistema existente e que encaminha o esgoto coletado para tratamento na estação da Sabesp, em Suzano.
Semae garante recursos para coletor de esgoto no Parque Santana; investimento previsto será de R$ 1 milhão
O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) garantiu recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) para construção de um coletor-tronco de esgotos, que atenderá mais de 4.400 moradores da região da Praça Deputado Paulo Kobayashi (conhecida como Praça do Oito), no Parque Santana. O contrato com o Fehidro, recém-assinado, garante um repasse de R$ 882.281,26, via Banco do Brasil. O investimento total previsto será superior a R$ 1 milhão – incluindo a contrapartida da autarquia, de R$ 126.244,11.
O projeto prevê a implantação de 1.060 metros de coletor, da Praça do Oito até um ponto da rua Lara, onde se conectará ao sistema existente e que encaminha o esgoto coletado para tratamento na estação da Sabesp, em Suzano.
Com a assinatura do contrato entre o Semae e o Fehidro, o próximo passo é o envio de um projeto de lei à Câmara Municipal que autorize o recebimento dos recursos, e posterior abertura do processo de licitação que definirá a empresa responsável pela execução da obra.
O prazo de construção do coletor será de 12 meses, contados após a liberação da primeira parcela do financiamento, que deve ocorrer depois do processo licitação, assinatura de contrato com a empresa vencedora e aprovação de todo processo licitatório pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Banco do Brasil.
O projeto do novo coletor foi aprovado pelas câmaras técnicas do Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, pela Cetesb e Banco do Brasil, culminando na assinatura do contrato.
Automação
Outro projeto do Semae para execução com recursos do Fehidro, que já está com a licitação concluída, é a ampliação da automação, telemetria e telesupervisão do sistema de abastecimento de água da cidade, com foco em coleta de dados para controle e redução de perdas.
O investimento será de pouco mais de R$ 3 milhões, sendo R$ 2,6 milhões do fundo estadual e R$ 455 mil de contrapartida. Atualmente, a autarquia aguarda a liberação da primeira parcela para emissão da ordem de serviço.
Autarquia conclui reparo e substituição de tampões de esgoto na Ricieri Marcatto
Equipes do Semae concluíram, nesta sexta-feira (05/03), o reparo e substituição de tampões da rede de esgoto na avenida Ricieri José Marcatto, em Cezar de Souza. As tampas haviam sido danificadas no período de chuvas do início do ano, devido a ligações irregulares de drenagem de água da chuva no sistema de esgotamento. Além da manutenção, a autarquia fez adaptações e reforços na estrutura para diminuir as chances de o problema voltar a ocorrer.
O Semae reitera as orientações aos moradores para a correta separação dos sistemas de drenagem e de esgoto nas residências. O aumento das chuvas no início do ano também eleva a necessidade de manutenção no sistema, devido ao acúmulo de terra que é levada pelas águas pluviais para dentro das tubulações. Nenhuma rede de esgoto está projetada para receber água da chuva.
O normal é que as calhas conduzam a água da chuva para as guias nas ruas, de onde segue para as bocas de lobo e galerias e, na sequência, até os córregos e rios da cidade.
Misturar as redes pode ocasionar vazamentos em tampões de rede de esgoto – visíveis nas ruas e avenidas após dias chuvosos – e entupimentos de tubulação.
Outro tipo de ocorrência comum é o retorno de esgoto para dentro das casas: isso acontece porque o volume de chuva que chega às tubulações de esgotamento é muito grande, voltando para dentro das residências e causando transtornos aos moradores.
A Divisão de Manutenção de Redes de Esgoto informa que nesta época do ano aumenta muito a demanda de manutenção por conta da água de chuva que enche a rede de terra, com a necessidade de hidrojateamento (limpeza com uso de jatos d’água).
Nas ações de reparo, são utilizados os caminhões combinados da autarquia, que fazem a sucção dos detritos acumulados na rede e o jateamento com água sob pressão, no interior dos canos.
Esta solução é apenas emergencial. Para resolver o problema de forma definitiva, é necessário que cada morador faça uma verificação do sistema de escoamento de água de sua residência.
Outro problema muito recorrente é o lançamento de materiais sólidos no sistema de esgoto. É comum as equipes responsáveis pela manutenção retirarem das tubulações vários detritos como gordura solidificada, pedras, pedaços de madeira e de colchão, por exemplo. São materiais que jamais poderiam estar na tubulação de esgoto.
O resultado também são entupimentos e vazamentos que geram transtornos para a população, como retorno de esgoto para dentro dos imóveis, mau cheiro nas ruas e bloqueios no trânsito para os serviços de reparo, além de despesas para a autarquia devido ao deslocamento de funcionários e equipamentos.
Em mais um período chuvoso, autarquia reforça orientações sobre uso correto da rede de esgoto
Em mais um período chuvoso, o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) reforça as orientações aos moradores para a correta separação dos sistemas de drenagem e de esgoto nas residências. O aumento das chuvas no início do ano também eleva a necessidade de manutenção no sistema, devido ao acúmulo de terra que é levada pelas águas pluviais para dentro das tubulações. Nenhuma rede de esgoto está projetada para receber água da chuva.
O normal é que as calhas conduzam a água da chuva para as guias nas ruas, de onde segue para as bocas de lobo e galerias e, na sequência, até os córregos e rios da cidade.
Misturar as redes pode ocasionar vazamentos em tampões de rede de esgoto – visíveis nas ruas e avenidas após dias chuvosos – e entupimentos de tubulação. Outro tipo de ocorrência comum é o retorno de esgoto para dentro das casas: isso acontece porque o volume de chuva que chega às tubulações de esgotamento é muito grande, voltando para dentro das residências e causando transtornos aos moradores.
“Nesta época do ano, aumenta muito a demanda de manutenção por conta da água de chuva que enche a rede de terra, com a necessidade de hidrojateamento (limpeza com uso de jatos d’água)”, explica o encarregado de Obras e Redes do Semae, Anderson Amorim. De acordo com o setor, a média de vazamentos no sistema de esgoto em dezembro e janeiro é 31% maior que a média dos meses sem chuva.
Nas ações de reparo, são utilizados os caminhões combinados da autarquia, que fazem a sucção dos detritos acumulados na rede e o jateamento com água sob pressão, no interior dos canos.
Esta solução é apenas emergencial. Para resolver o problema de forma definitiva, é necessário que cada morador faça uma verificação do sistema de escoamento de água de sua residência.
Uso da rede
Outro problema muito recorrente é o lançamento de materiais sólidos no sistema de esgoto. É comum as equipes responsáveis pela manutenção retirarem das tubulações vários detritos como gordura solidificada, pedras, pedaços de madeira e de colchão, por exemplo. São materiais que jamais poderiam estar na tubulação de esgoto.
O resultado também são entupimentos e vazamentos que geram transtornos para a população, como retorno de esgoto para dentro dos imóveis, mau cheiro nas ruas e bloqueios no trânsito para os serviços de reparo, além de despesas para a autarquia devido ao deslocamento de funcionários e equipamentos.

